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Macau: Prefeito aciona a justiça para combater crime de calúnia e injúria praticado por aliado de Zé Antônio

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017



As práticas criminosas usadas na campanha eleitoral de 2016 em Macau fizeram escola e continuam alimentando as redes sociais com acusações levianas contra o prefeito Tulio Lemos. Nome da linha de frente da “Força Jovem” que apoiou o médico José Antônio Menezes, candidato a prefeito derrotado, Diego Rafael voltou às redes sociais, desta vez, para compartilhar uma postagem do ex-prefeito Einstein Barbosa, onde agindo de forma irresponsável comentou que Tulio “teria cometido crime de falsificação de extrato bancário da conta da Prefeitura Municipal”. 

Uma queixa crime foi apresentada, antes de ontem na Delegacia Regional de Polícia Civil de Macau e Diego Rafael agora vai responder na Justiça por crimes de calúnia, injúria e difamação. A defesa do prefeito pede que terminada a instrução do inquérito, sejam remetidos os autos ao juízo competente, a fim de vê-lo processado e julgado na forma da lei, como incurso nas penas dos artigos 138, 139 e 140 do CP. A imediata retratação pública, proporcional ao agravo, também foi pedida pelo advogado Luiz de Freitas que assinou a peça jurídica.

Ainda pesa contra Diego Rafael uma segunda queixa crime, onde o mesmo terá que responder criminalmente acerca da grave acusação  de que o Prefeito Municipal, teria começado sua gestão “dando fim em quase 2 milhões...”, imputando a Tulio Lemos o cometimento de crime de improbidade administrativa. Diego também responderá na Justiça por uma terceira acusação, onde ele foi taxativo ao afirmar nas redes sociais que o prefeito estaria cometendo “crime de fornecimento irregular de combustível para ambulância e viatura da Guarda Municipal”. 

Para o prefeito Túlio Lemos: “Toda crítica será bem-vinda e absorvida, pois o contraditório faz parte do regime democrático, mas os crimes de calúnia e difamação e injúria não ficarão impunes”. A defesa do prefeito pede que o delegado civil intime o vereador a provar o que afirmou irresponsavelmente, “mediante prova documental, testemunhal e demais meios de provas em Direito admitidos”.